Dor no peito – Síndrome Tietze
Há alguns meses, venho sentido uma forte dor no peito, que se irradia para as costas, em pontadas, que pioram quando faço determinados movimentos. Já procurei um cardiologista, que afastou a possibilidade de doença do coração. O que pode ser isto?
Há alguns meses, venho sentido uma forte dor no peito, que se irradia para as costas, em pontadas, que pioram quando faço determinados movimentos. Já procurei um cardiologista, que afastou a possibilidade de doença do coração. O que pode ser isto? (Marcos – Jacarepaguá)
Queixas como esta – dor no peito, que se irradia pra as costas ou para o abdômen, e que pioram quando se faz determinados movimentos, simulando doença do coração – são muito freqüentes. Essas queixas são sugestivas de Síndrome de Tietze, uma inflação da articulação esterno clavicular, localizada no peito, causando muita dor e irradiação. Este é um problema articular, que deve sr tratado pelo médico reumatologista ou fisiatra. Procure sua clínica de reumatologia para exames físicos e confirmação do diagnóstico. Saibas que já há tratamentos com excelentes resultados, através de medicamentos, acupuntura, RPG e osteopatia.
Antônio D’Almeida, Fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo
Fisiatra do CREB fará certificação internacional em medicina regenerativa e laserterapia médica
Fisiatria do CREB fará certificação internacional em medicina regenerativa e laser terapia médica
O fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, estará no Chile de 30 de março a 5 de abril, quando fará uma certificação internacional em medicina regenerativa e laserterapia médica.
A certificação é da Sociedade Internacional de Medicina Regenerativa e da Sociedade Internacional de Laserterapia Médica, e permitirá ao Dr. Antônio não apenas atuar nestes segmentos, mas também ministrar palestras e workshops e participar de conferências como palestrante.
Segundo o médico do CREB, o segmento de laserterapia médica atua na área de regeneração de tecidos e quadros inflamatórios de dor articular em inúmeras patologias, enquanto a área de medicina regenerativa complementa essa atuação. “Ambas as áreas já existem no Brasil, mas essa certificação é mais ampla e profunda. Poderemos utilizar tais segmentos diante de insucessos em tratamentos de problemas musculoesqueléticos”, afirma o fisiatra, um dos principais especialistas do país em TOC – Tratamento de Ondas de Choque.
Mortalidade, morbidade e perda de independência após fratura no quadril é maior nos homens
As estatísticas oficias indicam que em torno de 30% das fraturas de quadril acontecem em homens. Quando comparadas com as mulheres, a mortalidade, a morbidade e a perda de independência após uma fratura no quadril são maiores no sexo masculino. Um re...
As estatísticas oficias indicam que em torno de 30% das fraturas de quadril acontecem em homens. Quando comparadas com as mulheres, a mortalidade, a morbidade e a perda de independência após uma fratura no quadril são maiores no sexo masculino. Um recente estudo publicado no renomado Journal of Bone and Mineral Research avaliou os fatores associados a fratura de quadril em nada menos do que 5.994 homens com 65 anos ou mais, durante o período de 8,6 anos. Esse estudo conclui que homens com baixa massa óssea no colo do fêmur, múltiplos fatores de risco e comorbidades têm um alto risco de fraturas de quadril.
O risco aumenta quanto maior for o número de comorbidades do paciente
Foram avaliados dados demográficos, estilo de vida, histórico pessoal e familiar, estado funcional, avaliação antropométrica e cognitiva, visual e função neuromuscular. Assim como consumo de álcool, tabagismo, alimentação e histórico de uso de medicamentos. Na primeira visita, os participantes da pesquisa tiveram sua densidade mineral óssea da coluna e do fêmur mensuradas. “Idade avançada (mais de 75 anos), baixa densidade óssea no colo do fêmur, tabagismo, maior perda de altura e peso desde os 25 anos de idade, histórico de fraturas, uso de antidepressivos tricíclicos, história de infarto agudo do miocárdio ou angina, hipertireoidismo e Parkinson foram associados a um aumento do risco de fratura no quadril e preditores para tal evento. Outra constatação da pesquisa é que o risco de fratura do quadril aumenta quanto maior for o número de comorbidades do paciente, assim como baixa ingestão de proteínas”, explica o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e coordenador do Prevrefrat CREB (Programa de Prevenção à Refratura).
Segundo ele, é importante observar que em homens mais velhos, as fraturas de quadril têm um imenso impacto na vida pessoal e, também, na saúde pública. “É essencial que se identifique homens em alto risco, para que se toma atitudes antes do fato em si. É bom lembrar que muitos desses fatores indicativos são facilmente avaliados em uma consulta clínica e isso pode trazer uma melhora na estratificação do risco”, conclui o médico.
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